terça-feira, 10 de agosto de 2010


Designer desenvolvido para um trabalho acadêmico, onde o objetivo era criar uma embalagem para chocolates finos, que teriam espaço no mercado de luxo...seguindo as regras do trabalho, foi desenvolvido um armário de chocolate, onde em cada gaveta estão presentes os chocolates, que poderão ser divididos ao meio, assim que acabar os chocolates os clientes podem comprar o chocolate separado.

Banner desenvolvido para divulgação via web, no site www.bheventos.com.br

domingo, 18 de abril de 2010

Radcoreee

PAUTA - WEBRÁDIO Nome WebRádio: Radcore Tema principal: Alternativo/lifestyle/humor Responsáveis: Cristiano Tavares, Rafael Coelli, Elder Marques, Guilherme Leles. Tempo Total: 10 minutos = 600 segundos TEMPO (Segundos) DESCRIÇÃO
02:50 Abertura / Apresentação SENHORAS E SENHORES, ADULTOS E ADULTERAS, SE PREPAREM-SE, ESTA ENTRANDO NO AR, MAIS UMA TRANSMISSAO
DA RADIO MAIS FRENETICA DO MOMENTO PRESENTE, ATUAL RECENTE DA COMTEMPORANIEDADE CORRENTE, O SENHOR
ESTA OUVINDO RADCOREEEE AUUUHHHH! SALVE SALVE OUVINTES DA RADCORE, MEU NOME E CRISTIANO AQUI DO MEU LADO EU TENHO RAFAEL COELLI (RAFAEL - AEEEEHHHH) ELDER ( ELDER - COIS'D LOCO) E O GUILHERME LELES ( GUILHERME - SALVE SALVE RAPAZIADA, TAMO JUNTO) E NOSSO AMIGO AQUI TAMBEM O BOB SAMSONITE ( BOB - OPA FALAE TRUTA) NOS SOMOS AE A RADCORE, E RAD CORE MEU AMIGO, ROCK'N ROLL, METAL, BLUES, FUNK RAIZ, JAZZ, INDUSTRIAL PROGRESSIVO, ELETRONICO, CHILLOUT, DOWNTEMPO, ENFIM, TONELADAS E TONELDAS DE MUSICA DE QUALIDADE PRA VOCE RADCORE MERMAO E DE CARA A MELHOR RADIO DISPONIVEL NA INTERNET, NAO PRECISA TER DUVIDA DISSO NAO VEI, AGORA EU VO PASSA A PALAVRA, PRO NOSSO AMIGO RAFAEL COELLI O VAN GOGH, OW RAFA OLHA A PALAVRA AQUI IRMAO. RAFAEL - OPA VALEU CRIS, BOM JA VOU COME«AR DANDO UM CONSELHO PRA GALERA, O NEGOCIO NA VIDA E TER PACEN«A E RESPEITA A POLICIA, NE NAO ELDER ( CRISTIANO - E LOGICO ) ELDER - A E CLARO UE, PORQUE SEM PACEN«A AGENTE NAO VIVE NE CARA ( CRISTIANO - NAO PODE MAIS NEH ) A NAO PODE, PORQUE PACEN«A E O QUE IMPORTA, NE NAO, FALA AE GUILERME. GUILHERME - SALVE RAPAZIADA, RADCORE, A NAO ( CRISTINANO - OLHA O CARA DEU BIZIU MANO ) ( ELDER - BIZIU NAO PODE MAIS , VAI FICA DANDO BIZIL AO VIVO AE CARA? ) ( RAFAEL - NOS ESTAMOS AO VIVO, FALA AE MEU IRMAO ). CRISTIANO - O QUE O GUILHERME QUERIA DIZER E O SEGUINTE, QUE A RADCORE VAI ESTAR AQUI PRESENTE NA VIDA DE VOCES, DE AGORA ME DIANTE, PRA VARIAS TENTATIVAS DE DELICIA, E NOS VAMOS TENTAR UMA DELICIA AGORA, VAMO SOLTA UM SOM PRA ESSA MO«ADA AI, O QUE QUE VOCES SUGEREM AI? ( ELDER - CLARO UAI SOLTA UM SOM BACANA AE, PRA TODO MUNDO CURTIR ) QUE QUE NOS VAMO SOLTAR AE? ( GUILERME - SOLTA AQUELA QUE MINHA VO GOSTA) QUAL QUE SUA VO GOSTA? ( GUILHERME - AQUELA, AUUUUUHHHHHH ) VAMO COME«AR ENTAO COM UM ELETRONICO AE MAIS TRANQUILO, VAMOS SOLTAR AE PRA VOCE AGORA, JUSTICE - GENESIS, CONTINUEM LIGADOS, NO PROXIMO BLOCO AGENTE ESTA DE VOLTA. 03:55 Música - Justice - Genesis 00:52 Chamada da entrevista: - Elder: Muito bem ouvintes da Radcore, estamos de volta com mais um bloco, e agora nós vamos entrevistar uma figura, que é um artista muito talentoso, o Cris vai falar um pouco mais sobre ele, fala ae Cris. - Cristiano: Pois é, o entrevistado de hoje é o Henrique, e é um artista igual você falou, muito talentoso, o Henrique tem um trajetória na música aí já de alguns anos, já tem uma bagagem boa, sou suspeito pra falar por que o cara é amigo meu, mas...o Henrique ta com três (3) projetos, o primeiro dele é o projeto solo dele, o cara faz música psicodélica mesmo, meio puxado pro jazz, tem boas influências, o segundo projeto é a Jazz Comfusion, que é uma banda propriamente de jazz, só que é uma banda diferente das demais, merece muita atenção, e o projeto mais novo dele é o Trio Andanças, uma mistura de..... bom, ele vai falar pra gente melhor do que eu, vamos lá. Chamada da entrevista: - Elder: Muito bem ouvintes da Radcore, estamos de volta com mais um bloco, e agora nós vamos entrevistar uma figura, que é um artista muito talentoso, o Cris vai falar um pouco mais sobre ele, fala ae Cris. - Cristiano: Pois é, o entrevistado de hoje é o Henrique, e é um artista igual você falou, muito talentoso, o Henrique tem um trajetória na música aí já de alguns anos, já tem uma bagagem boa, sou suspeito pra falar por que o cara é amigo meu, mas...o Henrique ta com três (3) projetos, o primeiro dele é o projeto solo dele, o cara faz música psicodélica mesmo, meio puxado pro jazz, tem boas influências, o segundo projeto é a Jazz Comfusion, que é uma banda propriamente de jazz, só que é uma banda diferente das demais, merece muita atenção, e o projeto mais novo dele é o Trio Andanças, uma mistura de..... bom, ele vai falar pra gente melhor do que eu, vamos lá. 04:50 ENTREVISTA Cristiano: Henrique, tudo bom? Henrique: Ta bom meu “véio”? Cristiano: Bom demais, ta sumido em mano? Henrique: Uai estamos aí nas “área” “né” filhão? Cristiano: Está certo, então cara, mas... explica mais esse projeto aí, como que é, que tipo de apresentação ele faz? Henrique: Pois é, assim cara qual que é a idéia?! Eu pensei assim, palavras para expressar o sentimento da música, o que eu pensei em fazer?! Como eu não tenho nenhum cantor no trabalho, eu pensei em conversar com o Paul, em vez de pôr letra, pôr dança. Aí veio essa bailarina, a Silvia que minha amiga, e topou em fazer a coreografia e aí eu coloquei a bateria para ser o ritmo. Aí como é que fica?! A bateria funciona como ritmo, o teclado funciona como harmonia e a bailarina no caso é a melodia, é o tema da música “sacou”. Então vira uma música estética, uma música visual também. Ela não é só auditiva, é visual também. Cristiano: É uma interação entre música e teatro “né”? Henrique: Música e dança “né”?! Cristiano: Vocês têm alguma influência? Henrique: De influência no geral, é Ernesto Pascoal, Eliberto do Monte, e Uaquití. Cristiano: Tudo brasileiro “né” cara?! Henrique: Tudo brasileiro cara. Cristiano: Você é formado em música na UFMG, não é isso?!Henrique: Eu fiz ciências sociais, só que eu não formei, eu abandonei o curso. Estava trabalhando teologia. Cristiano: Seu percurso na música é meio autodidata mesmo? Henrique: Total autodidata e intuitivo. Cristiano: Como que está o mercado musical em Belo Horizonte? O pessoal costuma dizer que não é muito bom “né”?! O que você acha disso? Henrique: Pois é Cris, acho particularmente que em Belo Horizonte.... aqui tem aquele problema que não tem muito espaço para novidade, e eu com esse trio que mistura dança e música, é difícil achar um lugar pra tocar. Acaba que gente tem que tocar em festival de grande porte ou então evento com pouco número de pessoas, evento pequeno mesmo. O pessoal já recusou demais e particularmente como público, acho que as coisas se repetem demais aqui em BH, falta novidade, sabe?! Cristiano: É, o incentivo a novidade mesmo é bem pequeno, neutro, quase nada. Henrique: Exatamente! E... assim, pra mim vale a pena lutar, por que as coisas em BH ta difícil mas tem o mundo inteiro aí pra tocar. É só um apelo aí, que falta às pessoas de BH se unirem mais, fazer um movimento forte em que não exclua as pessoas, mas que inclua as pessoas. Cristiano: Em relação a dificuldades que a banda enfrenta, tem alguma que você destacaria? Henrique: É essa dificuldade de achar espaço. Cristiano: É a maior de todas? Henrique: É a maior de todas, por que a gente não é um gênero definido... a música se assemelha a jazz, mas não é jazz, a dança se assemelha a balé, mas não é balé, os dois juntos então “né”?! Isso quando você leva pra um lugar, a gente que não tem um vídeo, as pessoas ficam receosas pra colocar a gente pra apresentar, por que não tem certa referencia. Cristiano: O som que vocês fazem no “Trio Andanças”, não tem como você rotular, não tem como encaixar em um gênero?! Henrique: O gênero é experimental. 01:39 FECHAMENTO Cristiano: Bom pessoal, nós conversamos aqui com o Henrique. Henrique obrigado pela sua participação. Henrique: Valeu Cris. Cristiano: Te agradeço demais Henrique, abração. Henrique: Eu que agradeço. Cristiano: Vale a pena procurar o trabalho do cara aí no My Space, pra quem não sabe: www.myspace.com, procure por “Henrock”, que é o trabalho solo do cara, “Jazzcomfusion” é a banda de jazz dele, muito boa e o melhor ainda é o novo trabalho que envolve música e dança, é o “Trio Andanças”, trabalho mais recente. Está tudo no My Space lá, o recado ta dado. AGORA, MANO LELES, OQUE VOCE ME DIZ? GUILHERME - BOM, OQUE EU TENHO PRA DIZER, QUE A RADCORE VAI FICANDO POR AQUI, INFELIZMENTE NOSSO TEMPO ESTA ACABANDO, GOSTARIAMOS DE AGRADECER TODOS OS OUVINTES PELA PRESEN«A AQUI CONOSCO, E APROVEITANDO O INSEJO, FIQUEM COM LOKI CORTESIA INEDITA DO NOSSO NTREVISTADO HENRRIQUE COM SEU TRABALHO SOLO, UM GRANDE ABRA«O RAPAZEANDA, ATE A PROXIMA. CRISTIANO - FALOU! 04:32 Música - Lóki, de Henrique Torres Cabral

Analizando sites


Site coca cola

Analizando o site da coca cola, cheguei a conclusão que ele é um site , interativo, porque tem jogos online, ele personaliza a informação de acordo com o publico , e manten conteudos atualizados, contem tambem redes socias como o facebook, aproximando assim cada vez mais do seu publico, e se posicionando no mercado de uma forma positiva, ele tambem disponibiliza, emotions e fundos de tela com a logo da empresa, fortalecendo cada vez mais a pregnância de sua marca perante o publico, entao essa postura da empresa passa a ideia de uma empresa atualizada, responsavel e profissional.

Site Refrigerantes del rey

O site analizado, não possui interatividade com o publico, nao tem conectividade com redes sociais, e nao disponibiliza nem um tipo de download, o site simplismente funciona para apresentação do produto, sem nem um diferencial perante a concorrencia, e sem apreveitar as oportunidades que a internet oferece para a empresa.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Tipos de consumidores


Você já parou para pensar por que compra um produto? Quais são as características que fazem a diferença na hora de pôr a mão no bolso? Quem compra o quê? A agência de publicidade Young & Rubicam tem as respostas e preparou um estudo exclusivo em que esmiuça os principais grupos de consumidores brasileiros e sua postura diante das prateleiras. É uma pesquisa que faz parte doBrandAsset Valuator, ou BAV, estudo mundial, realizado a cada 2 anos, com 350 mil entrevistados, ao custo de US$ 45 milhões. Ali, observa-se não apenas os dados demográficos como também o comportamento dos cidadãos em cada país, além da imagem de mais de 19 mil marcas.

É excelente ferramenta para a elaboração de campanhas publicitárias. ‘Ajuda a conhecer os pontos fortes e fracos das marcas e a entender como funciona a mente das pessoas’, diz Cesar Ortis, diretor de planejamento da Young & Rubicam.

São 7 tipos de consumidores:

1- os integrados: A preocupação com família é a principal característica desse grupo. Por isso, nunca tomam decisões individuais, sempre coletivas. Os bens de consumo mais procurados por eles são aqueles de marcas tradicionais. Ou seja, não arriscam novidades. São maioria na sociedade.

Idade: 40 a 64 anos

Porcentagem da população: 26%

Classe social predominante: C

O que procuram: segurança

Quem são: funcionários públicos, bancários e donas de casa

Marcas apreciadas: Maizena, Brastemp, Nestlé, Coca Cola, Novalgina e Bonzo

2- os emuladores: Tidos como superficiais, materialistas e esnobes. Esses são alguns dos adjetivos usados para defini-los. Para essa camada da população, a embalagem é mais importante do que o conteúdo. Por isso, compram tudo o que está na moda, aparece na mídia e reflete status.

Idade: 18 a 34 anos

Porcentagem da população: 25%

Classe social predominante: A e D

O que procuram: aparência e status

Quem são: os ‘alpinistas sociais’ e ‘novos ricos’

Marcas apreciadas: Giorgio Armani, Malboro, Sony, Ferrari, Moët Chandon e Smirnoff Ice

3- os vencedores: O nome já diz tudo. Essa turma tem como objetivo vencer na profissão. São aplicados, concentrados e organizados. Gostam de viajar, ir a festas e praticar esportes competitivos. Quando o assunto é compra, procuram prestígio e, acima de tudo, qualidade.

Idade: 25 a 29 anos

Porcentagem da população: 19%

Classe social predominante: A, B e C

O que procuram: luxo e status

Quem são: empresários e executivos

Marcas apreciadas: Land Rover, Chivas Regal, Unilever, Perrier, Jaguar e Christian Dior

4- os exploradores: Vivem intensamente e adoram praticar esportes de aventura. O objetivo é buscar novas experiências e sensações. São, quase sempre, os primeiros a aceitar as evoluções tecnológicas e comprar produtos inovadores. Esse grupo é conhecido por criar as tendências.

Idade: 18 a 24 anos

Porcentagem da população: 10%

Classe social predominante: B e D

O que procuram: descobertas e desafios

Quem são: músicos, hoteleiros, diplomatas e artistas

Marcas apreciadas: Google, Yahoo!, Harley Davidson, WWF, Flash Power e Marathon.

5- os transformadores: São pessoas que visam mudar o mundo trabalhando em projetos sociais ou organizando protestos. Os consumidores desse gênero são os menos materialistas, vistos como intelectuais e buscam comprar produtos que sejam política e ecologicamente corretos.

Idade: 18 a 24 anos

Porcentagem da população: 9%

Classe social predominante: A e B

O que procuram: um mundo melhor

Quem são: acadêmicos, escritores e assistentes sociais

Marcas apreciadas: Greenpeace, MTV, Projeto Tamar, Corpus, Nutry e Danone Activia

6- os resignados: Seguem os dogmas religiosamente. Não fazem nada do que fuja às regras, respeitam as instituições e tentam passar isso para a família. Para essas pessoas, a compra está intimamente ligada à segurança e preço adequado.

Idade: 18 a 39 anos

Porcentagem da população: 6%

Classe social predominante: C e D

O que procuram: viver de acordo com as regras

Quem são: operários e aposentados

Marcas apreciadas: Leite de Rosas, Fininvest, Nova Schin, Novelas do SBT, Phebo e Soya

7- os inconformados: É o típico grupo formado por pessoas insatisfeitas e que esperam que as oportunidades caiam do céu. Permanecem em casa assistindo televisão, se alimentam basicamente de fast food e fazem poucos planos para o futuro. A compra está relacionada ao preço e a uma gratificação instantânea.

Idade: 18 a 29 anos

Porcentagem da população: 6%

Classe social predominante: C e D

O que procuram: esperam pela sorte

Quem são: desempregados ou pessoas com empregos temporários

Marcas apreciadas: Velho Barreiro, Lojas Riachuelo, Mirabel, Brahma, Fritex e Panco

Cada grupo tem uma particularidade. Um compra para aparecer, outro por segurança. Há quem busque novidade e outros, produtos ecológicos. O que faz uma pessoa pertencer a determinado gênero varia de acordo com as idades e com o estágio profissional. Há, contudo, uma mobilidade muito grande. Ou seja, um explorador, acostumado a esportes radicais e novidades quando jovem, pode se transformar em um integrado, consumidor que na maturidade busca a segurança da família. Mas isso, é bom salientar, nem sempre é regra. ‘Há idosos que também se encaixam entre os exploradores’, diz Ortis. O que importa é desvendar como eles agem. Trata-se de uma informação crucial para decisões estratégicas das empresas. Serve, por exemplo, às operadoras de telefonia celular, peças de um mercado pulverizado, em que todos oferecem o mesmo serviço. A diferença está no estilo de vida. ‘É um modo eficiente de atingir o consumidor da maneira precisa’, diz Mário Schweriner, coordenador do Curso de pós-graduação em Ciências do Consumo Aplicadas da Escola Superior de Propaganda e Marketing (SP). ‘O comportamento transcende as estatísticas’.


Fontes : http://lucrandonarede.com.br/os-7-tipos-de-consumidores/

http://brazilbusiness.biz/2006/05/24/7-generos-de-consumidores/

segunda-feira, 1 de março de 2010

A verdade é ácida e o kibe é crú


Kibe Loco é um blog humorístico brasileiro criado em 2002 pelo publicitário carioca Antonio Pedro Tabet .O site atingiu em 2005 uma média de cem mil acessos diários, tendo seu pico durante o ano de 2004, três milhões de visitas quando publicou o vídeo onde o jornalista William Bonner imitava o estilista Clodovil, fazendo com que seu criador passasse a dedicar-se exclusivamente à edição do blog.

A freqüência diária de acessos aumentou para cento e oitenta mil, fazendo com que ganhasse, no ano de 2007, o prêmio de melhor blog da revista Info Exame neste ano, o mesmo em que mudou sua hospedagem para a Globo.com.

O blog chegou, em 2006, a provocar conflito no Senado Federal, quando levou às lágrimas a senadora Heloísa Helena, tendo postado uma montagem em que esta senadora ilustraria a capa da Revista Playboy. A então senadora, ex-candidata à Presidência da República, presidindo sessão do Senado, acusou estar sendo "vítima de machismo", chegando às lágrimas, dando conotação político-partidária a uma das charges publicadas pelo blog.

O Kibe Loco é alvo de polêmica também na blogosfera, onde costuma ser criticado por supostamente plagiar idéias de outros sites e blogs, não creditando os verdadeiros autores, a prática inclusive passou a ser chamada de "kibar".Tabet por sua vez se defende, alegando que tais críticas carecem de provas, e que as únicas ocorrências confirmadas não passaram de mal-entendidos.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kibe_Loco

Histórico da internet no Brasil


A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).

Até hoje a RNP é o "backbone" principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.

Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.

Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.

A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet).

Fonte:http://www.kplus.com.br/materia.asp?co=11&rv=Vivencia